http://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/issue/feed Revista de Saúde Pública do Paraná 2021-08-24T13:17:45+00:00 Comissão de Editoração revista_spp@sesa.pr.gov.br Open Journal Systems <p>A Revista de Saúde Pública do Paraná<strong>&nbsp;</strong>(RSPP)<strong>&nbsp;</strong>trata-se de&nbsp;publicação periódica institucional da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (SESA), por meio da Escola de Saúde Pública do Paraná (ESPP), que tem por objetivo ser um veículo de comunicação científica de informação especializada em saúde pública, saúde coletiva e educação em saúde.&nbsp;</p> <p><strong>ISSN impresso:</strong>&nbsp;2595-4474.</p> <p><strong>ISSN online:&nbsp;</strong>2595-4482<strong><strong>.</strong></strong></p> http://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/589 Entrevista: Carlos Alberto Gebrim Preto, Secretário de Estado da Saúde do Paraná 2021-08-18T19:59:11+00:00 Carlos Alberto Gebrim Preto revista_spp@sesa.pr.gov.br 2021-08-18T19:17:12+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/538 Motivos de inaptidão de candidatos à doação de sangue em hemocentro brasileiro 2021-08-24T13:17:45+00:00 Magali Zimmermann Covo magazmm@gmail.com Elaine Drehmer Almeida Cruz elainedrehmercruz@gmail.com Aline Batista Maurício alinebatista.abm@gmail.com <p>Inaptidões clínicas em serviços de coleta de sangue correspondem a recusas de candidatos. Este estudo teve como objetivo identificar as causas e a frequência de inaptidões de candidatos à doação de sangue no hemocentro coordenador do Paraná. Fez-se análise exploratória e documental com dados do período 2010 a 2015 coletados do Sistema HEMOVIDA e relatórios do hemocentro; os dados foram analisados por estatística descritiva. Entre 220.496 candidatos, 30.950 (14,0%) foram classificados como inaptos à doação de sangue, risco para transmissão de doenças (36,6%), sinais e sintomas clínicos (23,4%) e exclusão médica (9,9%) foram as causas mais frequentes de recusa. Considerando o ônus aos candidatos e ao hemocentro, ações coordenadas são necessárias para prevenir e reduzir a prevalência de inaptidão à doação de sangue.</p> <p>&nbsp;</p> 2021-08-18T19:19:42+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/527 Depressão e exposição aos agrotóxicos em pequenas agricultoras no oeste do Paraná 2021-08-20T19:15:04+00:00 Nathália Nascimento Reis reisnathalia@hotmail.com Gicelle Galvan Machineski gmachineski@gmail.com Manoela Carvalho man0ela@hotmail.com Maria Lucia Frizon Rizzotto frizon@terra.com.br <p>Apesar de ser uma doença multifatorial, estudos indicam que a depressão pode estar associada a exposição a agrotóxicos. Objetivou-se descrever o perfil, aspectos de vida, trabalho e adoecimento de mulheres depressivas expostas a agrotóxicos em um município localizado no Oeste do Paraná. Trata-se de pesquisa descritiva, qualitativa com 10 mulheres por meio de entrevista com uma questão norteadora, no período de março a abril de 2017.com análise temática. As mulheres tinham entre 18 e 65 anos de idade, baixa escolaridade e estavam inseridas no mercado de trabalho. A partir da análise das informações identificaram-se as seguintes temáticas: Início da vida laboral na infância, exposição a agrotóxicos durante longo período da vida sem proteção, aspectos da vida e do trabalho, história de exposição e intoxicação por agrotóxicos e; adoecimento por depressão. &nbsp;Sugerem-se estudos epidemiológicos e clínicos complementares sobre a relação desse fenômeno com o desenvolvimento de transtornos de humor.</p> 2021-08-18T19:20:58+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/485 Rede Mãe Paranaense: assistência ao pré-natal entre mulheres nos extremos de idade 2021-08-20T19:19:23+00:00 Andressa Larissa Dias Müller Souza andressadmuller@gmail.com Adriana Zilly aazilly@hotmail.com Alexandrina Aparecida Maciel Cardelli macielalexandrina@gmail.com Isabela Fernanda Larios Fracarolli isabela_larios@hotmail.com Rosângela Aparecida Pimenta Ferrari ropimentaferrari@uel.br <p>Para garantir assistência de qualidade a gestante e ao neonato, o estado do Paraná, conta com a Rede Mãe Paranaense. Sendo assim, o estudo teve como objetivo analisar a assistência pré-natal entre mulheres de extremo de idade, atendidas pela Rede, realizado em duas Regionais de Saúde, uma fronteiriça e outra no interior do Estado, entre julho de 2017 a fevereiro de 2018. Trata-se de um estudo quantitativo e transversal, os dados foram coletados no prontuário, na Carteira de Saúde da gestante e entrevista. Os resultados revelaram que mulheres ≥35 anos foram mais classificadas como alto risco gestacional, por antecedentes clínicos, como doenças hipertensivas (<em>p</em>&lt;0,004), entre as ≤18 anos ocorreu menor adesão ao pré-natal (<em>p</em>&lt;0,012). A regional fronteiriça apresentou menos acompanhamento efetivo de pré-natal, também realizaram menos exames (<em>p</em>&lt;0,020). Concluindo-se que ocorreram divergências na assistência pré-natal entre os grupos etários, como também entre as regionais de saúde.</p> 2021-08-18T19:22:33+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/488 Estado nutricional, consumo alimentar e satisfação corporal de gestantes do interior do Ceará 2021-08-20T19:19:06+00:00 Jane Kelly Rodrigues Girão janek.girao@gmail.com Fernanda Thays Oliveira Lima fernandanutri14@gmail.com <p>O objetivo do trabalho foi analisar o estado nutricional, consumo alimentar e satisfação corporal de gestantes atendidas em duas Unidades Básicas de Saúde (UBS) em Limoeiro do Norte/CE. Foi realizado o cálculo do IMC gestacional e pré-gestacional e aplicado dois recordatórios alimentares de 24h, com o qual calculou-se a adequação de micronutrientes e valor calórico. Foi utilizado <em>Body Shape Questionnaire (BSQ)</em> para avaliar a satisfação corporal. No período pré-gestacional prevaleceu o excesso de peso para 60% das mulheres e 67,5% durante a gestação. Quanto aos micronutrientes todas as gestantes estavam com o consumo possivelmente abaixo do recomendado e apenas 7,5% apresentaram consumo energético possivelmente adequado. Foi constatado uma correlação negativa e significativa (p=0,622; r=-0,788) entre o IMC e BSQ. Houve uma elevada prevalência de excesso de peso nas gestantes, bem como um consumo alimentar possivelmente inadequado de micronutrientes e energético. As gestantes com maiores IMC apresentaram menor satisfação corporal.</p> 2021-08-18T19:24:04+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/491 Avaliação da fluoretação da água de abastecimento público da 15ª Regional de Saúde do Paraná 2021-08-20T19:18:18+00:00 Maria Luisa Gomes Ferreira malu.odt@gmail.com Jaime Aparecido Cury jcury@unicamp.br Cinthia Pereira Machado Tabchoury cinthia@fop.unicamp.br Tânia Harumi Uchida taniaharumi@gmail.com Mitsue Fujimaki mfujimaki@uem.br <p>A fluoretação da água é uma estratégia de saúde coletiva fundamentada no ajuste da concentração de fluoreto (F) na água para se obter o máximo benefício anticárie com o mínimo de risco de fluorose dentária. O objetivo deste trabalho foi realizar o heterocontrole do F nas águas de abastecimento público dos 30 municípios que compõem a 15ª Regional de Saúde do Paraná, conhecer o processo de fluoretação e sensibilizar gestores e profissionais para a importância e vigilância da fluoretação. Foi aplicado um questionário aos coordenadores de saúde bucal de cada município e para o heterocontrole, foram feitas coletas de água durante três meses. Apesar de 58% das amostras de água apresentaram a melhor faixa de relação benefício/risco do F, de acordo com a classificação proposta pelo CECOL/USP, poucos municípios fazem sistematicamente o monitoramento e a avaliação da concentração de fluoreto nas águas.</p> 2021-08-18T19:50:46+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/520 Condição bucal de comunidades em vulnerabilidade social: análise descritiva de um projeto voluntário paranaense 2021-08-20T19:17:27+00:00 Vinícius Felipe Oliveira Dias viniciuuusf@gmail.com Caroline Dea Bruzamolin carolbruza@gmail.com Kallyane Gonçalves Navarrete Andrade kallynavarrete@gmail.com Aline Hoffmann Xavier Silva hoffmann.odonto@gmail.com Juliana Souza Vieira juliana_vieira28@hotmail.com Acir José Dirschnabel acir.dirschnabel@unoesc.edu.br Reila Taina Mendes reila_tm@hotmail.com <p>O presente trabalho relata o impacto social e o papel do cirurgião-dentista nas ações do Projeto Pró-Riso por meio de análise descritiva das ações. O projeto Pró-Riso é uma iniciativa voluntária, sem fins políticos, religiosos ou lucrativos, que leva atendimento odontológico, assistência médica e educação em saúde a comunidades em vulnerabilidade social. Foi realizada a análise dos prontuários dos pacientes atendidos pelo projeto em 2019. As ações ocorreram nas comunidades do Pilarzinho (Bairro da cidade de Curitiba), Caximba (Região metropolitana de Curitiba) e Amparo (Área de Proteção Ambiental, localizada em Paranaguá), locais de elevada prevalência de doenças bucais. Tal situação reflete uma importante questão de Saúde Pública para o país. Os resultados mostram que foram atendidos 260 pacientes, com diversas necessidades de tratamento bucal. Destes, 63% foram finalizados nas ações. Ressalta-se, assim, a importância de trabalhos sociais que proporcionem melhor qualidade de vida e saúde a comunidades em vulnerabilidade social.</p> 2021-08-18T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/503 Qualidade de vida de idosas participantes de um grupo de convivência no município de Bocaiúva – MG 2021-08-20T19:17:55+00:00 Mariza Alves Barbosa Teles aziramteles@gmail.com Mirna Rossi Barbosa Medeiros mirnarossi@hotmail.com Noely Soares Veloso Moura noely@gmail.com.br Cibele Souza Santos enfcibele@gmail.com Jucinéia Aparecida Souza jusenf@gmail.com Carlos Roberto Pereira Dias professorcarlosunimontes@gmail.com Tallisson Matheus Matheus Oliveira Sales matheustallisson@gmail.com Raquel Conceição Ferreira raqueldont@gmail.com <p><strong>Introdução:</strong> Os idosos representam 12% da população mundial, com previsão de duplicar esse quantitativo até 2050 e triplicar em 2100, A maior longevidade pode ser considerada uma história de sucesso para a humanidade. <strong>Objetivo:</strong> O propósito deste estudo foi avaliar a qualidade de vida de idosas participantes de um grupo de convivência. <strong>Materiais e Métodos</strong>: A amostra foi composta de 110 mulheres com idade a partir de 60 anos. Trata-se de um estudo transversal, analítico realizado no município de Bocaiúva- MG. Para a coleta dos dados foram utilizados os instrumentos WHOQOL-OLD e WHOQOL-<em>bref </em>e questionário sociodemográfico. <strong>Resultado:</strong> idade 60 e 82 anos, média de idade 67 anos, maior Faixa etária entre 60-70 anos 78 (70,9%), sem companheiro 67 (60,9%), escolaridade 1-8 anos 67 (60,9%), recebem aposentadoria 82 (74,5%), não tem acesso a plano de saúde 94 (85,5%). Domínio do WHOQol-<em>bref</em>&nbsp; os resultados demonstram que alguns domínios exercem uma maior influência na qualidade de vida em mulheres idosas obtiveram maiores scores domínio geral qualidade de vida 67,84 (DP±18,11), domínio psicológico 67,45 (DP±9,86), domínio físico 66,87 (DP±14,68). <strong>Conclusão:</strong> A qualidade de vida é um importante indicador de saúde e os questionários WHOQOL-OLD e BREF são instrumentos preciosos que podem avaliá-la, e ainda dar subsídios para tomadas de ações que visem promover o bem-estar da população idosa.</p> 2021-08-18T19:27:56+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/522 Auriculoterapia em uma Unidade Básica de Saúde do Sistema Único de Saúde 2021-08-20T19:17:17+00:00 Valquíria Moreira Zanetti valquiriazanetti@gmail.com Deivisson Vianna Dantas Santos deivianna@gmail.com Sabrina Stefanello binastefanello@gmail.com <p>O objetivo deste trabalho é analisar percepções de usuários acerca da prática da auriculoterapia e assim trazer a discussão dessa oferta no serviço de saúde. Foi realizada uma pesquisa qualitativa, em Unidade Básica de Saúde que ofertava a auriculoterapia como tratamento complementar, de 2019 a 2020. Foram feitas entrevistas individuais, que foram transcritas e gravadas, com seis usuários, os quais realizaram o tratamento. Tal amostra foi definida por saturação, levando em consideração a assiduidade às sessões. A partir de quatro perguntas disparadoras, foi abordado sobre a procura pela auriculoterapia e percepções pós auriculoterapia. A análise dos discursos foi feita de forma a resultar em núcleos principais para discussão, obtendo entre eles: a expectativa e a experiência com a auriculoterapia. Concluiu-se que utilizando essa prática, além da amenização das queixas é possível construir um espaço de escuta acolhedora e desenvolvimento do autocuidado, resultando em melhora da qualidade de vida.</p> 2021-08-18T19:34:06+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/483 Concordância entre Diagnósticos de Doença Renal Crônica em pessoas vivendo com HIV 2021-08-20T19:19:32+00:00 Priscila Silva Pontes priscilapontes@usp.br Christefany Régia Braz Costa christefany.enf@hotmail.com Elizabete Santos Melo enfaelizabetemelo@gmail.com Layze Braz Oliveira layzebraz@usp.br Elucir Gir egir@eerp.usp.br Antonio Ruffino-Netto aruffino@fmrp.usp.br Renata Karina Reis rkreis@eerp.usp.br <p>Objetivo: Analisar concordância entre diagnósticos de Doença Renal Crônica em prontuários clínicos e pelo critério da Sociedade Brasileira de Nefrologia em Pessoas vivendo com HIV. Métodos: Trata-se de um estudo descritivo de concordância de diagnósticos, através de levantamento de prontuários. A população do estudo foi de 258 pessoas vivendo com HIV atendidas em um serviço de atendimento especializado localizado em um interior de São Paulo, no ano de 2017. Para cálculo da concordância foi utilizado o índice <em>Kappa</em>, copositividade e conegatividade. Resultados: encontramos 6,5% pacientes com Doença Renal Crônica pelo critério da Sociedade Brasileira de Nefrologia; e 5,42% pelo diagnóstico médico. O índice <em>Kappa </em>foi de 0,55; a copositividade de 52,9% e conegatividade de 97,9%. Conclusão: identificou-se uma concordância dos diagnósticos moderada, copositividade baixa e alta conegatividade. O que aponta uma importância de investigações precisas dos diagnósticos pautados em mais de um critério avaliativo.</p> 2021-08-18T19:35:36+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/481 Violência causada aos profissionais de saúde durante a pandemia da COVID-19 2021-08-20T19:19:53+00:00 Beatriz Maria Santos Santiago Ribeiro beatrizsantiago1994@hotmail.com Maria Lúcia Carmo Cruz Robazzi avrmlccr@eerp.usp.br Rita de Cassia Marchi Barcellos Dalri ritacmbdalri@bol.com.br <p>Nesse estudo objetivou-se ampliar o debate sobre a violência no trabalho de profissionais de saúde durante a pandemia da doença COVID-19, por meio de um estudo narrativo e reflexivo com foco na temática da violência laboral entre os profissionais de saúde atuantes durante a pandemia da COVID-19; foi desenvolvido em junho de 2020 e foi pautado em noticiários internacionais e nacionais e publicações sobre a temática. Verificou-se um eixo condutor que foi denominado Debate sobre a violência no trabalho de profissionais de saúde com ênfase na pandemia da doença COVID-19, sendo elencada a violência laboral como um fator de risco laboral. Observou-se que os profissionais de saúde desenvolvem atividades essenciais, estão expostos à COVID-19 e ainda têm que lidar com situações violentas direcionadas a sua atuação. Espera-se que esse estudo estimule reflexões por parte dos gestores e da sociedade no que diz ao respeito e à valorização de tais profissionais.</p> 2021-08-18T19:37:24+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/494 Fatores de risco associados ao acometimento pela COVID-19 em pacientes oncológicos: uma revisão sistemática 2021-08-20T19:18:03+00:00 Igor Comachio Favretto igorfavretto7@gmail.com Hellen Santos Jaques jaqueshellen@gmail.com Helen Tatiane Oliveira helenirati@gmail.com Lirane Elize Defante Ferreto lirane.ferreto@unioeste.br Guilherme Welter Wendt guilherme.wendt@unioeste.br <p><strong>Introdução:</strong> A pandemia da COVID-19 afetou inúmeros aspectos da vida cotidiana mundialmente. Nesse cenário, encontram-se os pacientes oncológicos, cuja sensibilidade imunológica cria impasses às necessidades de comparecer a ambientes hospitalares e da manutenção de tratamentos, com risco de exposição ao vírus. <strong>Objetivos:</strong> Identificar fatores de risco relacionados à COVID-19 em pacientes com câncer. <strong>Metodologia:</strong> Revisão sistemática da literatura, cuja seleção ocorreu após pesquisa por publicações que abordassem aspectos da COVID-19 em pacientes com neoplasias, nas bases de dados BVS/Lilacs e MEDLINE/PubMed, com uso dos termos “COVID-19” <em>and</em> “cancer” <em>or</em> “câncer” <em>and</em> “Brazil” (DeCs e MeSH terms). <strong>Resultados:</strong> A evidência indica maior suscetibilidade a contrair COVID-19 e maior chance de internamento para pacientes com câncer, assim como, maior proporção de óbitos nessa população. <strong>Conclusão:</strong> Consonante com estudos em outros continentes, no Brasil, a imunossupressão e a submissão a tratamentos anticâncer indicaram maiores riscos para evolução mais grave da COVID-19.</p> 2021-08-18T19:38:47+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/531 Mortalidade em crianças menores de cinco anos: revisão integrativa 2021-08-20T19:14:42+00:00 Michelle Thais Migoto michellemigoto@gmail.com Gabrielle Freitas Saganski gabisaga@gmail.com Aneís Louise Peres aneperes44@gmail.com Márcia Helena Souza Freire marciahelenafreire@gmail.com <p>Identificar as evidências disponíveis sobre as taxas de mortalidade em menores de cinco anos e suas principais causas, veiculadas por estudos que utilizaram as métricas de avaliação do <em>Global Burden of Disease. </em>Trata-se de uma revisão integrativa, nas bases de dados:<em> Web of Science</em>, Scopus, PUBMED/MEDLINE e SciELO. Foi incluído estudos que respondiam a pergunta de pesquisa; apresentavam amostra de crianças menores de cinco anos; utilização de métricas GBD; idiomas inglês, português e espanhol. Foram identificados 134 documentos, incluídos 22 estudos publicados entre 2007 a 2019. Apresentam a redução da mortalidade em crianças menores de cinco anos e transição epidemiológica das causas de morte. Portanto, reitera-se que a redução da mortalidade evidencia novas demandas de saúde, prevendo a ampliação do acesso aos serviços e sistema de saúde, sobretudo ao atendimento perinatal.</p> 2021-08-18T19:40:16+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/480 Causas e consequências da redução da cobertura vacinal no Brasil 2021-08-20T19:20:02+00:00 Lucia Regina Nogas Milani lunogas@yahoo.com.br Ivana Maria Saes Busato ivanabusato5@gmail.com <p>A vacinação é a estratégia mais efetiva de se evitar uma doença transmissível, contudo tem-se constatado diminuição das coberturas de diversas vacinas, por razões como hesitação vacinal, esquecimento, notícias falsas sobre vacinas, entre outros. Este artigo tem como escopo elencar as principais causas e as futuras consequências na redução da cobertura vacinal, permitindo avaliar as variantes que colaborariam para um aumento no número de hesitantes, por meio de trabalho multimétodos. Avaliando-se os diferentes autores, pode-se concluir que a redução da cobertura vacinal é problemática para a saúde coletiva, causando avanço de doenças já equacionadas e o ressurgimento de doenças erradicadas, provocando danos ou morte, especialmente em crianças. Portanto, torna-se primordial por parte dos diferentes agentes de saúde, governos, trabalhadores da saúde, controle social, entidades educacionais, uma união de forças para empoderar a população, e auxiliar na desconstrução dos mitos relacionados à vacinação.</p> 2021-08-18T19:41:41+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/486 Acolhimento como tecnologia em saúde: revisão sistemática 2021-08-20T19:19:15+00:00 Juliana Rodrigues Silva Lopes juliana_rsilva@hotmail.com Silvana Correia Silva silvanasilva.pos@bahiana.edu.br Caroline Lopez Fidalgo carolinefidalgo@gmail.com Lucas Assis Simão lucas.assis.las@hotmail.com Milena Santos Ferreira milei.ferreira80@gmail.com Marilda Castelar marildacastelar@bahiana.edu.br Cristina Salles dra.cristinasalles@gmail.com <p>O acolhimento é compreendido como ferramenta tecnológica de intervenção. Porém, persiste a lacuna em verificar o conceito de tecnologia presente nas publicações. Assim, o objetivo do estudo foi identificar o acolhimento como tecnologia em saúde nas publicações sobre o tema, através de uma revisão sistemática nas bases de dados utilizando termos dos Descritores em Ciência da Saúde. Foram incluídos estudos qualitativos, nos quais foi identificado o conceito de tecnologia. &nbsp;Observou-se recorrência dos temas: tecnologia, acesso, resolutividade, escuta, vínculo, sensibilização, processo de trabalho, modelo biomédico, estrutura física, organização, rede e capacitação profissional. Mesmo quando o termo “Tecnologia” não foi literalmente encontrado nos artigos, o seu conceito esteve presente apontando o acolhimento nas transformações dos processos de trabalho. Portanto, o acolhimento pode ser compreendido como tecnologia em saúde, pois se encaixa no conceito de meio ou atividade para modificar o ambiente.</p> 2021-08-18T19:43:09+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/482 Ensino e trajetória da Atenção Primária à Saúde em um curso de medicina 2021-08-20T19:19:41+00:00 Rosangela Ziggiotti Oliveira ro.ziggiotti@gmail.com Edson Roberto Arpini Miguel edarpini@gmail.com Berenice Pelizza Vier berenicevier@uol.com.br Juliano Kazuo Yoshizawa julianomfc@gmail.com Roberto Zonato Esteves rze.meduem@uol.com.br Silvia Maria Tintori smtintori@gmail.com Jean Carlo Cossa Brandão jccb.med@gmail.com Murilo Citelli Dutra citelli@gmail.com <p>O curso de medicina da Universidade Estadual de Maringá (UEM) foi implantado em 1988. Com currículo em essência ainda tradicional, vem ao longo dos anos sofrendo modificações, impulsionado principalmente pelas Diretrizes Curriculares Nacionais. O objetivo do estudo foi descrever a trajetória do ensino da Atenção Primária à Saúde do curso e sua expansão especialmente a partir de 2005 com o internato em Saúde Coletiva, com novas disciplinas e a implantação do Programa de residência em Medicina de Família e Comunidade.</p> 2021-08-18T19:45:19+00:00 ##submission.copyrightStatement##