http://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/issue/feed Revista de Saúde Pública do Paraná 2022-12-08T15:11:51+00:00 Comissão de Editoração revista_spp@sesa.pr.gov.br Open Journal Systems <p>A Revista de Saúde Pública do Paraná<strong>&nbsp;</strong>(RSPP)<strong>&nbsp;</strong>trata-se de&nbsp;publicação periódica institucional da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (SESA), por meio da Escola de Saúde Pública do Paraná (ESPP), que tem por objetivo ser um veículo de comunicação científica de informação especializada em saúde pública, saúde coletiva e educação em saúde.&nbsp;</p> <p><strong>ISSN impresso:</strong>&nbsp;2595-4474.</p> <p><strong>ISSN online:&nbsp;</strong>2595-4482<strong><strong>.</strong></strong></p> http://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/649 Equipamentos de Proteção Individual: disponibilidade/uso nos serviços públicos odontológicos do Paraná durante a pandemia de COVID-19 2022-11-17T19:34:11+00:00 Leticia Simeoni Avais avais.leticia@gmail.com Joyce Clara Lago Pereira Santos jclaralago@gmail.com Kalinca Santos Dias kalincad@gmail.com André Gabriel Freitas andrefreitas821@gmail.com Rafael Gomes Ditterich prof.rafaelgd@gmail.com Giovana Daniela Pecharki Vianna g_pecharki@ufpr.br Manoelito Ferreira Silva-Junior manoelito_fsjunior@hotmail.com Márcia Helena Baldani marciabaldani@gmail.com <p>O objetivo deste estudo foi analisar a disponibilidade e o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), por profissionais de saúde bucal do sistema público de saúde do Paraná, durante a primeira onda da pandemia de COVID-19. Estudo transversal, realizado entre agosto e outubro de 2020, com utilização de questionário <em>online</em> enviado aos cirurgiões-dentistas, auxiliares e técnicos em saúde bucal por <em>e-mail</em> e divulgação em redes sociais. A amostra foi composta por 575 participantes, sendo 519 da atenção primária e 56 da secundária. Os profissionais tiveram acesso e utilizaram os EPIs para a prática odontológica, com maior frequência para os rotineiros (gorro, máscara cirúrgica, óculos de proteção e luvas de procedimento), e menor, para os recém incorporados (máscara N95/PFF2S e avental impermeável). Concluiu-se que, observadas as limitações impostas pela pandemia, os EPIs pautados nas diretrizes de prevenção e controle da COVID-19 estiveram disponíveis nos serviços públicos odontológicos do Paraná.</p> 2022-11-17T19:29:47+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/672 Percepção de residentes sobre qualidade de vida e atuação profissional durante a pandemia da COVID-19 2022-11-17T21:02:46+00:00 Jaciara José Costa daticosta@gmail.com Alcieros Martins Paz alcieros.paz@recife.pe.gov.br <p>Este trabalho teve como objetivo compreender o significado, as vivências e a percepção dos residentes do Programa de Saúde Coletiva da Secretaria de Saúde do Recife (SESAU/Recife), quanto à qualidade de vida e atuação profissional durante a pandemia da COVID-19. Trata-se de pesquisa qualitativa, realizada com coleta de dados através de formulário on-line e roteiro semiestruturado, e a utilização da análise de conteúdo de Bardin. Os dados mostram que qualidade de vida foi compreendida pelos residentes como um conjunto de direitos sociais que envolve a satisfação de necessidades básicas e que proporciona bem-estar. Ademais, que a formação profissional foi comprometida devido o cenário da COVID-19.&nbsp; Conclui-se que as sensações e vivências relatadas pelos residentes vão de encontro a um espaço favorável de formação e trabalho.</p> 2022-11-17T21:02:46+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/696 Fatores associados a pior prognóstico da COVID-19 em Francisco Beltrão - PR 2022-11-18T19:53:10+00:00 Tiago Santos Carvalho tiagocarvalhobq@gmail.com Fernando Mazetto Brizola fernando.brizola@hotmail.com Jacqueline Vergutz Menetrier jacqueline.fb.saude@gmail.com Fernando Santos Sampaio fssampa@gmail.com Lirane Elize Defante Ferreto lferreto@gmail.com Fernando Rodrigo Treco fertreco@yahoo.com.br <p>A pandemia causada pelo vírus SARS-CoV-2 impactou de diversas formas a população mundial, sendo importante conhecer a ação da doença em seus diferentes contextos. Este trabalho objetivou analisar os fatores associados a pior prognóstico da doença em Francisco Beltrão, Paraná. Realizou-se um estudo do tipo caso-controle com pacientes acometidos pela COVID-19 no município entre março de 2020 e novembro de 2021. Dentre os resultados, verificou-se que a presença de um maior número de comorbidades favorece o óbito como desfecho, havendo 3,981 (IC95%: 2,312 – 6,853) mais chances de um indivíduo ir a óbito. Notou-se que os pacientes que tiveram o pior desfecho possuíam uma média de IMC mais elevada (31,86). Os pacientes com histórico de tabagismo apresentaram 1,787 (IC95%: 1,068 – 2,990) mais chances de ir a óbito. Em suma, em Francisco Beltrão, a presença de comorbidades, obesidade e histórico de tabagismo foram fatores de pior prognostico.</p> 2022-11-18T19:53:10+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/642 Acidentes por animais peçonhentos no Estado do Paraná, Brasil 2022-12-07T18:41:40+00:00 Júlia Garbin Navarro juliagarbin.n@gmail.com Denise Tiemi Uchida denisetiemi13@gmail.com Miguel Machinski Jr mmjunior@uem.br <p>Acidentes por animais peçonhentos são considerados uma questão de saúde pública, entretanto, poucos estudos retratam a realidade deste problema no Paraná. Assim, este trabalho objetivou analisar o perfil epidemiológico deste agravo no estado. Foi realizado um estudo observacional ecológico, utilizando dados de 2010-2019 fornecidos pelo Sistema de Informação de Agravos de Notificação. Observou-se uma tendência crescente dos acidentes, sendo a maioria ocasionado por aranhas, contudo, houve um aumento daqueles provocados por escorpiões e abelhas. O gênero masculino foi o mais afetado e as vítimas majoritariamente receberam atendimento na primeira hora após a picada. A taxa de letalidade foi de 0,07%, e as abelhas causaram o maior índice de óbitos. Dos 399 municípios paranaenses, 137 apresentaram taxas de incidência com valores significativos (p&lt;0,05), e desses, 48 formaram clusters do tipo <em>High-High</em>. Salienta-se a necessidade de implementação de medidas estratégicas para o combate ao agravo, especialmente nos municípios clusters <em>High-High</em>.</p> 2022-12-07T18:39:01+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/700 Contra indicações clínicas no processo de doação de órgãos no Paraná: Impactos da Covid-19 2022-12-08T15:11:51+00:00 Altair Von Stein Junior stein.altair@gmail.com Juliana Giugni juliana.giugni@sesa.pr.gov.br Maria Carolina Garbossa maria.garbossa@sesa.pr.gov.br Talita Gouveia talita.gouveia@sesa.pr.gov.br Luana Tannous sesatran@sesa.pr.gov.br <p>Em dezembro de 2019, o mundo se deparou com a eclosão de uma pandemia, impactando diretamente nos hábitos e rotinas da população. Dentre as áreas da saúde afetadas, estão os programas de doação e transplantes de órgãos. Este estudo objetivou descrever os impactos da SARS-CoV-2 nas contraindicações clínicas de potenciais doadores no estado do Paraná. Trata-se de um estudo descritivo com dados do período entre abril de 2018 a março de 2022. Neste período, foram analisadas as notificações de Morte Encefálica com foco principal nas notificações com desfecho de não doação por Contraindicação Clínica. O número de notificações de Morte Encefálica permaneceu constante, mas a porcentagem de contraindicações sobre o total de notificações aumentou de 22% (pré-pandemia) para 39% (pandemia) - um aumento de 82% ao final do período estudado.&nbsp; Com o aumento do número de leitos no estado somado ao intenso trabalho das equipes, foi possível que não houvesse impacto na taxa de doações efetivas por milhão de população no período do estudo.</p> 2022-12-08T15:11:51+00:00 ##submission.copyrightStatement##