Revista de Saúde Pública do Paraná http://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp <p>A Revista de Saúde Pública do Paraná<strong>&nbsp;</strong>(RSPP)<strong>&nbsp;</strong>trata-se de&nbsp;publicação periódica institucional da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (SESA), por meio da Escola de Saúde Pública do Paraná (ESPP), que tem por objetivo ser um veículo de comunicação científica de informação especializada em saúde pública, saúde coletiva e educação em saúde,&nbsp;com especial interesse em inovações para o Sistema Único de Saúde (SUS).</p> <p><strong>Fator de Impacto h 20</strong></p> <p><strong>Classificação B1 QUALIS/CAPES/2021-2024</strong>&nbsp;<em>em 24&nbsp; áreas de publicação, tais como:&nbsp;</em><strong><em>Saúde:</em></strong><em> Enfermagem, Medicina I, II e III, Odontologia, Saúde Coletiva e Farmácia.&nbsp;</em><strong><em>Ciências Biológicas e Agrárias:</em></strong><em> Ciência de Alimentos e Nutrição.&nbsp;</em><strong><em>Humanas e Sociais:</em></strong><em> Educação, Psicologia, Administração Pública e Serviço Social.</em></p> <p><strong>ISSN impresso:</strong>&nbsp;2595-4474.<br><strong>ISSN online:&nbsp;</strong>2595-4482<strong><strong>.</strong></strong></p> pt-BR <div align="justify">Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:</div> <div align="justify">A) Os autores mantêm os direitos autorais de seus trabalhos e concedem à RSPP o direito de primeira publicação. O trabalho é licenciado simultaneamente sob a Licença Creative Commons Attribution, que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e da publicação inicial nesta revista. Além disso, os autores devem concordar que o artigo publicado seja divulgado nas mídias sociais da revista.</div> <div align="justify">B) Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</div> <div align="justify">C) Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal).</div> revista_spp@sesa.pr.gov.br (Comissão de Editoração) revista_spp@sesa.pr.gov.br (Editor Executivo) Qui, 22 Jan 2026 17:31:50 +0000 OJS 3.1.0.1 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Análise estatística multivariada das doenças mais prevalentes em um hospital de ensino do Paraná no período 2018-2023 http://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/1099 <p>Dados de utilização de leitos de seis anos foram analisados em um hospital de ensino no Oeste do Paraná. Entre 2018 e 2023, houve 93.041 internações, com todos os leitos ocupados por doenças/agravos, exceto durante a pandemia de COVID-19. O total de dados foi ordenado por variáveis demográficas e doenças/agravos de acordo com a CID-10, com os capítulos Gravidez, parto e puerpério (XV) e Lesões, envenenamento e algumas outras consequências de causas externas (XIX), os quais se destacaram como os mais relevantes (50%). A complexidade dos dados, devido ao número significativo de variáveis e a suas correlações implícitas, foi reduzida com base na análise de componentes principais com destaque para nove componentes-chave. O primeiro componente (37,6%) foi associado às hospitalizações de adultos e idosos acometidos por doenças cardiovasculares e traumas. O segundo componente (13,36%) foi vinculado às mulheres em idade fértil, internadas para o parto, incluindo a população acometida pela COVID-19. Assim, os resultados podem fornecer subsídios para políticas públicas de promoção e prevenção da saúde voltadas à redução da morbidade por tais doenças/agravos.</p> Phallcha Luízar Obregón, Fernando Rodolfo Espinoza-Quiñones ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 http://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/1099 Qui, 22 Jan 2026 16:42:50 +0000 Significados da experiência de portadores de dor crônica com técnicas de Auriculoterapia e Reflexoterapia Podal http://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/1159 <p>Dor crônica é bastante prevalente e afeta a qualidade de vida da população. Auriculoterapia e a Reflexoterapia Podal são práticas integrativas e complementares focadas em promover saúde e bem-estar. Este trabalho analisa os significados relatados por portadores de dor crônica atendidos com Auriculoterapia e Reflexoterapia Podal. Método: estudos de casos com abordagem quali-quantitativa em grupo focal de oito participantes de um projeto de extensão acadêmico, após 12 semanas de atendimentos com as técnicas aplicadas sequencialmente. O <em>software</em>&nbsp; <em>Iramuteq</em> analisou os vocábulos extraídos do <em>corpus textual</em>. Resultados: na perspectiva do usuário, a Reflexoterapia agiu no relaxamento, ansiedade e percepção do corpo e a Auriculoterapia destacou-se na melhora do sono e percepção de funcionalidade. Conclusão: a boa aceitação e o reconhecimento da melhora dos sintomas de dor crônica por meio de práticas não invasivas indica que tais técnicas, Reflexoterapia podal e Auriculoterapia sejam consideradas no contexto de serviços em saúde.</p> Lívia Pimenta Rennó Gasparotto, Edivane Pedrolo, Christiane Brey, Elisangela Valevein Rodrigues, Suellen Moraes, Márcia Helena Souza Freire ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 http://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/1159 Qui, 22 Jan 2026 20:09:13 +0000 Necessidade do transporte adequado de segmentos amputados no contexto pré-hospitalar http://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/1151 <p>O reimplante de membros traumáticos representa um dos maiores avanços da cirurgia reconstrutiva, mas seu êxito depende de fatores como tempo de isquemia, controle térmico e condições de transporte. Esta revisão analisou publicações científicas e normativas nacionais e internacionais, destacando que a manutenção da temperatura em torno de 4°C, sem congelamento, é essencial para preservar a viabilidade do tecido. Apesar da existência de regulamentações, como a RDC nº 504/2021 da ANVISA, a prática no atendimento pré-hospitalar permanece distante das exigências legais, marcada pelo uso de soluções improvisadas e pela ausência de dispositivos específicos para o transporte de segmentos amputados. Além dos desafios técnicos, ressaltam-se os impactos sociais e econômicos das amputações em adultos jovens, que frequentemente resultam em perda funcional e dificuldade de reinserção produtiva. Conclui-se haver necessidade urgente de protocolos nacionais, capacitação profissional e inovação tecnológica para otimizar os resultados clínicos e reduzir o ônus social.</p> Mainara Garcia Correia, Carlos Edmundo Rodrigues Fontes, Bruno Cesar Andrade ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 http://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/1151 Qua, 21 Jan 2026 19:26:11 +0000