https://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/issue/feedRevista de Saúde Pública do Paraná2026-06-03T19:28:36+00:00Comissão de Editoraçãorevista_spp@sesa.pr.gov.brOpen Journal Systems<p>A Revista de Saúde Pública do Paraná<strong> </strong>(RSPP)<strong> </strong>trata-se de publicação periódica institucional da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (SESA), por meio da Escola de Saúde Pública do Paraná (ESPP), que tem por objetivo ser um veículo de comunicação científica de informação especializada em saúde pública, saúde coletiva e educação em saúde, com especial interesse em inovações para o Sistema Único de Saúde (SUS).</p> <p><strong>Fator de Impacto h 20</strong></p> <p><strong>Classificação B1 QUALIS/CAPES/2021-2024</strong> <em>em 24 áreas de publicação, tais como: </em><strong><em>Saúde:</em></strong><em> Enfermagem, Medicina I, II e III, Odontologia, Saúde Coletiva e Farmácia. </em><strong><em>Ciências Biológicas e Agrárias:</em></strong><em> Ciência de Alimentos e Nutrição. </em><strong><em>Humanas e Sociais:</em></strong><em> Educação, Psicologia, Administração Pública e Serviço Social.</em></p> <p><strong>ISSN impresso:</strong> 2595-4474<br><strong>ISSN online: </strong>2595-4482</p>https://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/1099Análise estatística multivariada das doenças mais prevalentes em um hospital de ensino do Paraná no período 2018-20232026-01-22T17:31:49+00:00Phallcha Luízar Obregónphallcha.obregon@unioeste.brFernando Rodolfo Espinoza-Quiñonesfreq1962@gmail.com<p>Dados de utilização de leitos de seis anos foram analisados em um hospital de ensino no Oeste do Paraná. Entre 2018 e 2023, houve 93.041 internações, com todos os leitos ocupados por doenças/agravos, exceto durante a pandemia de COVID-19. O total de dados foi ordenado por variáveis demográficas e doenças/agravos de acordo com a CID-10, com os capítulos Gravidez, parto e puerpério (XV) e Lesões, envenenamento e algumas outras consequências de causas externas (XIX), os quais se destacaram como os mais relevantes (50%). A complexidade dos dados, devido ao número significativo de variáveis e a suas correlações implícitas, foi reduzida com base na análise de componentes principais com destaque para nove componentes-chave. O primeiro componente (37,6%) foi associado às hospitalizações de adultos e idosos acometidos por doenças cardiovasculares e traumas. O segundo componente (13,36%) foi vinculado às mulheres em idade fértil, internadas para o parto, incluindo a população acometida pela COVID-19. Assim, os resultados podem fornecer subsídios para políticas públicas de promoção e prevenção da saúde voltadas à redução da morbidade por tais doenças/agravos.</p>2026-01-22T16:42:50+00:00##submission.copyrightStatement##https://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/1159Significados da experiência de portadores de dor crônica com técnicas de Auriculoterapia e Reflexoterapia Podal2026-01-22T20:09:13+00:00Lívia Pimenta Rennó Gasparottolivia.gasparotto@ifpr.edu.brEdivane Pedroloedivane.pedrolo@ifpr.edu.brChristiane Breychristiane.brey@ifpr.edu.brElisangela Valevein Rodrigueselisangela.rodrigues@ifpr.edu.brSuellen Moraessuellen.moraes@ifpr.edu.brMárcia Helena Souza Freiremarcia.freire@ufpr.br<p>Dor crônica é bastante prevalente e afeta a qualidade de vida da população. Auriculoterapia e a Reflexoterapia Podal são práticas integrativas e complementares focadas em promover saúde e bem-estar. Este trabalho analisa os significados relatados por portadores de dor crônica atendidos com Auriculoterapia e Reflexoterapia Podal. Método: estudos de casos com abordagem quali-quantitativa em grupo focal de oito participantes de um projeto de extensão acadêmico, após 12 semanas de atendimentos com as técnicas aplicadas sequencialmente. O <em>software</em> <em>Iramuteq</em> analisou os vocábulos extraídos do <em>corpus textual</em>. Resultados: na perspectiva do usuário, a Reflexoterapia agiu no relaxamento, ansiedade e percepção do corpo e a Auriculoterapia destacou-se na melhora do sono e percepção de funcionalidade. Conclusão: a boa aceitação e o reconhecimento da melhora dos sintomas de dor crônica por meio de práticas não invasivas indica que tais técnicas, Reflexoterapia podal e Auriculoterapia sejam consideradas no contexto de serviços em saúde.</p>2026-01-22T20:09:13+00:00##submission.copyrightStatement##https://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/1092Notificação de violência como estratégia de vigilância em saúde2026-02-06T16:25:52+00:00Manuela Quadrosmanu__quadros@hotmail.comEduardo Bertoledbertol@alumni.usp.br<p>Este estudo descreveu o perfil epidemiológico das notificações de violência interpessoal e/ou autoprovocada registradas no Estado do Paraná entre 2019 e 2023. Foi realizado um estudo descritivo com análise de séries temporais com dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação, conforme variáveis sociodemográficas e características dos eventos. Foram notificados 192.330 casos, sendo a maioria mulheres, com prevalência de violência física (35,2%) e psicológica (19,5%). A residência foi o principal local de ocorrência (74,7%), afetando predominantemente indivíduos de raça branca e com escolaridade de até oito anos incompletos. Os achados corroboram a literatura existente sobre prevalência de violência física, contra mulheres, na residência. Houve redução nas notificações durante a pandemia de COVID-19, seguida por uma recuperação entre 2022 e 2023. Diante do cenário das disparidades regionais encontradas, recomendam-se estratégias adaptadas a cada regional, como a vigilância e capacitação de profissionais nos municípios com maior subnotificação.</p>2026-02-06T16:25:52+00:00##submission.copyrightStatement##https://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/1097Internações por Insuficiência Renal Crônica no Sudeste brasileiro2026-03-04T15:29:14+00:00Laís Souza Ramoslala.ramos@gmail.comMariana Gomes Cruz Hortamarianamari.gomes033@gmail.comMaria Vitória Castro Sousamariavitoriacastro30@gmail.comClecio André Alves Silva Maiaclecioandre@uern.br<p>Este estudo objetiva analisar a epidemiologia das internações por insuficiência renal crônica em indivíduos acima de 20 anos, no Sudeste brasileiro, em um período ainda não analisado (2020-2024). Estudo transversal, descritivo, quantitativo, embasado no Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS), dados coletados no DATASUS. Foram avaliados sexo, raça/cor, idade, óbitos e taxa de incidência por estados, entre janeiro de 2020 e novembro de 2024. Houve, no Brasil, 632.266 internações, 294.398 sudestinas, onde São Paulo liderou numericamente (140.984) e Minas Gerais em taxa de incidência (391,12). Predominaram sexo masculino (57,77%), pardos (39,24%) e idosos de 60-69 anos (25,02%). Óbitos totais foram 36.479. A pesquisa revela alta frequência de hospitalizações decorrentes de insuficiência renal no Sudeste brasileiro, porém é limitada quanto às notificações de dezembro/2024 e à associação entre causas e efeitos. Logo, necessitam-se mais pesquisas, para melhorar planejamentos assistenciais.</p>2026-03-04T15:29:14+00:00##submission.copyrightStatement##https://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/1101Manifestações clínicas e laboratoriais da Mononucleose Infecciosa em crianças e adolescentes hospitalizados em hospital terciário2026-03-04T18:17:47+00:00Isabella Sousa Araujoisabellasaraujo@hotmail.comEmanuela Rocha Carvalhoemanuela.carvalho@ufsc.br<p>Este estudo descreve o perfil clínico-laboratorial de 37 crianças e adolescentes (0-15 anos) hospitalizados por mononucleose infecciosa (MI) por Epstein-Barr vírus (EBV). em um hospital terciário do sul do Brasil (2014-2024). Pesquisa aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da instituição sob número CAAE 79100124.9.0000.5361. Dados retrospectivos de prontuários mostraram predominância do sexo masculino e faixa etária pré-escolar (2-6 anos), com tempo médio de internação de 5,2 dias. Os sintomas mais frequentes à admissão foram febre, linfadenopatia cervical e hiporexia. Complicações (derrame pleural, ascite, citopenias) ocorreram em 29,73% dos casos, com uma internação em UTI. Alterações sugestivas de MI no leucograma foram observadas em 70,27% dos pacientes e elevação de transaminases em 37,83%. Não houve óbitos. Os resultados destacam a variabilidade clínica da MI por EBV em pediatria, com potencial para complicações, reforçando a necessidade de monitorização. Estudos prospectivos são necessários para identificar preditores de gravidade e otimizar o manejo desses pacientes.</p>2026-03-04T18:17:47+00:00##submission.copyrightStatement##https://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/1120Aplicativo para Suporte Psicológico2026-06-03T13:45:33+00:00Fernanda Cavalcanti Tavaresfernanda.cavalcanti@uel.brKarina Casasola Cinelkarinacinel@gmail.comSilvia Regina Souza Arrabal Gilssouza@uel.brNádia Kienennadiakienen@uel.brRosane Fonseca Freitas Martinsrosane@uel.br<p>O estudo avaliou uma versão do aplicativo SuporteCovid, destinado a capacitar profissionais da saúde para manejarem variáveis ambientais relacionadas à Covid-19 que impactam sua saúde psicológica. Inicialmente, doutores em Psicologia avaliaram o conteúdo do aplicativo, e modificações foram implementadas. Em seguida, mensagens de convite foram enviadas a psicoterapeutas, médicos e enfermeiros. Participaram seis psicoterapeutas, três enfermeiras, uma médica, uma nutricionista e uma técnica de enfermagem. Os participantes navegaram pelas telas do aplicativo no FIGMA e responderam um formulário sobre a adequação das informações, estratégias de manejo de sentimentos e linguagem utilizada. Um psicoterapeuta e uma enfermeira realizaram a avaliação presencial com uma pesquisadora. Os resultados apontaram alta pontuação para todas as questões e boa usabilidade, embora tenham indicado a necessidade de ajustes no aplicativo. A proposta do SuporteCovid de apoiar profissionais da saúde em situações de pandemia destaca-se como um diferencial, podendo contribuir para a qualidade de vida desses profissionais.</p>2026-04-17T00:00:00+00:00##submission.copyrightStatement##https://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/1138Qualidade de Vida e Perfil Clínico de Idosos com DCNTs2026-06-03T14:40:33+00:00Alessandra Meira Pontes Silvaalempontes@gmail.comBruna Spironello Anschaubruna_anschau@hotmail.comJéssica Cristina Ruthsruthsjessica@ufpr.brBruna Taís Zackbrunazack@hotmail.comTatiele Estefâni Schönholzertatieleschonholzer@ufpr.br<p>O envelhecimento populacional se associa ao aumento de doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs), exigindo estratégias que minimizem o impacto dessas patologias na funcionalidade senescente. O objetivo deste estudo foi descrever o perfil clínico e analisar a qualidade de vida (QV) de idosos com DCNTs, comparando indivíduos praticantes (P1) e não praticantes (P0) de atividade física. Realizou-se estudo transversal, descritivo e quantitativo com 68 idosos. A coleta de dados utilizou instrumentos de caracterização clínica e questionários validados de QV. A análise estatística empregou métodos descritivos e inferenciais para a comparação de variáveis independentes. Os resultados demonstraram que o grupo P1 apresentou escores de QV estatisticamente superiores em todos os domínios estudados (físico, psicológico, relações sociais e meio ambiente) e nas percepções globais de saúde (p<0,0001) em relação ao P0. No perfil clínico, as associações são significativas entre a inatividade física e a incidência de diabetes mellitus (p=0,02; OR=3,37), indicando um risco três vezes maior para o grupo P0. Conclui-se que a prática regular de atividade física constitui um determinante positivo na QV e um fator protetivo relevante contra comorbidades específicas, como o diabetes mellitus. Os resultados reiteram a necessidade de políticas públicas externas para o envelhecimento ativo e o papel dos profissionais de saúde na promoção e prevenção, associando medidas não farmacológicas.</p>2026-06-03T14:40:33+00:00##submission.copyrightStatement##https://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/1161Avaliação da Cascata de Cuidado dos pacientes com tuberculose no município de Colombo2026-06-03T18:58:37+00:00Lorrani Lopes Duffecklorrani.lopes@hotmail.comPolyana Barbosa Silvapolyanabsilva00@gmail.comFrancisco Beraldi Magalhãesfrancisco.magalhaes@professor.fpp.edu.br<p><span style="font-weight: 400;">Este estudo avaliou a cascata de cuidado da tuberculose no município de Colombo, Paraná, entre 2017 e 2023. Realizou-se uma pesquisa observacional, retrospectiva e quantitativa com base em dados do SINAN, analisando perfil epidemiológico, acesso a exames e desfechos dos pacientes. Foram notificados 266 casos, com predominância de homens brancos entre 30 e 50 anos. A baciloscopia foi o exame mais utilizado, apesar da recomendação do teste molecular rápido, que teve baixa adesão. A taxa de cura foi de 61,6%, inferior à meta da OMS, e houve perda de seguimento de 60,2% dos pacientes durante o tratamento, com destaque para falhas no preenchimento das fichas de notificação. A análise demonstrou fragilidades nos critérios de encerramento de casos, especialmente em pacientes com baciloscopia positiva ao final do tratamento. A cascata de cuidado revelou pontos críticos na adesão, diagnóstico e monitoramento, sendo fundamental para direcionar intervenções no controle da tuberculose.</span></p>2026-06-03T18:58:37+00:00##submission.copyrightStatement##https://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/1156Influência da mudança da rotulagem nutricional no consumo de alimentos ultraprocessados para a população2026-06-03T19:28:36+00:00Willian Henrique Costa Skruchinskiwillianskru@hotmail.comEdilceia Domingues Amaral Ravazzaniedilceiarav@hotmail.com<p>Nas últimas décadas, o aumento do consumo de alimentos ultraprocessados tem contribuído para o crescimento das doenças crônicas não transmissíveis no Brasil. Em 2022, novas normas de rotulagem nutricional foram implementadas com o objetivo de facilitar a escolha alimentar mais saudável por parte dos consumidores, destacando-se o símbolo de advertência em forma de “lupa”. Este estudo quantitativo, realizado por meio de questionário online, avaliou o conhecimento da população sobre o novo modelo de rotulagem e sua influência na decisão de compra. Foi possível observar que a maioria dos participantes possui bom nível de escolaridade e demonstra hábito de leitura dos rótulos, porém ainda há dificuldades na interpretação das informações nutricionais, especialmente relacionadas a termos técnicos e compreensão dos nutrientes. Aproximadamente 45% relataram evitar produtos com o símbolo de advertência, indicando impacto positivo da rotulagem frontal. Os resultados reforçam a importância da rotulagem como ferramenta educativa e a necessidade de estratégias contínuas de educação nutricional para ampliar o entendimento e promover escolhas alimentares conscientes, contribuindo para a saúde pública.</p>2026-06-03T19:28:36+00:00##submission.copyrightStatement##https://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/1151Necessidade do transporte adequado de segmentos amputados no contexto pré-hospitalar2026-01-22T17:31:49+00:00Mainara Garcia Correiamainaragc@gmail.comCarlos Edmundo Rodrigues Fontescerfontes@uem.brBruno Cesar Andradebrunocesarandrade83@gmail.com<p>O reimplante de membros traumáticos representa um dos maiores avanços da cirurgia reconstrutiva, mas seu êxito depende de fatores como tempo de isquemia, controle térmico e condições de transporte. Esta revisão analisou publicações científicas e normativas nacionais e internacionais, destacando que a manutenção da temperatura em torno de 4°C, sem congelamento, é essencial para preservar a viabilidade do tecido. Apesar da existência de regulamentações, como a RDC nº 504/2021 da ANVISA, a prática no atendimento pré-hospitalar permanece distante das exigências legais, marcada pelo uso de soluções improvisadas e pela ausência de dispositivos específicos para o transporte de segmentos amputados. Além dos desafios técnicos, ressaltam-se os impactos sociais e econômicos das amputações em adultos jovens, que frequentemente resultam em perda funcional e dificuldade de reinserção produtiva. Conclui-se haver necessidade urgente de protocolos nacionais, capacitação profissional e inovação tecnológica para otimizar os resultados clínicos e reduzir o ônus social.</p>2026-01-21T19:26:11+00:00##submission.copyrightStatement##https://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/1112Perfil bibliométrico da pesquisa em saúde em hospitais universitários2026-03-05T19:03:20+00:00Leandro Martinez Vargaslmvargas@uepg.brJean Carlos Goveiajeangoveia@hotmail.comJuliana Carvalho Schlederjuschleder@yahoo.com.brDébora Melo Mazzodeborammazzo@gmail.comFabiana Postiglione Mansanifpmansani@gmail.comBruno Pedrosobrunopedroso@uepg.br<p>Este estudo teve como objetivo realizar uma revisão bibliométrica da produção científica associada aos Hospitais Universitários da Universidade Estadual de Ponta Grossa – Hospital Geral (HU-UEPG) e Hospital Universitário Materno Infantil (HUMAI), no período de 2010 a março de 2025. Utilizou-se a metodologia <em>Methodi Ordinatio</em> 2.0, com buscas realizadas nas bases Web of Science, Scopus, PubMed, SciELO, LILACS, Science Direct, Google Acadêmico, Academic Search Premier e Redalyc. Foram identificados 4.074 registros, dos quais 145 artigos compuseram o portfólio final. Houve crescimento acentuado da produção a partir de 2016, com pico em 2021. As pesquisas se concentraram em estudos observacionais transversais (n=142) com predominância dos primeiros autores das áreas de Enfermagem (n = 61), Medicina (n = 22), Odontologia (n = 20) e Fisioterapia (n = 19). Os resultados evidenciam o potencial dos hospitais como centros de pesquisa científica e inovação em saúde, mas indicam a necessidade de fortalecer a qualificação editorial, padronizar afiliações e ampliar a internacionalização da produção científica institucional.</p>2026-03-05T19:03:20+00:00##submission.copyrightStatement##https://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/1108Assistência de Enfermagem ao Paciente com Doença de Huntington2026-06-03T13:50:06+00:00Anne Gabrielle Lima Gomesenf.annegabrielle@gmail.com<p class="western" align="justify">Objetivo: Identificar os cuidados de enfermagem direcionados aos pacientes com doença de Huntington. Métodos: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, cuja busca ocorreu no período de março a abril de 2024, na qual se utilizou das bases de dados: Coleciona SUS, Medical Literature Analysis and Retrieval System Online e ScienceDirect. Resultados: Diante da estratégia de busca, foram identificados 263 estudos, entretanto apenas 9 estudos corresponderam os critérios de elegibilidade. Desse modo, constatou-se que fomentar a educação em saúde do paciente e dos familiares, realizar avaliação ergonômica do ambiente e diminuir fatores estressores são cuidados de enfermagem realizados ao paciente com doença de Huntington. Considerações Finais: Em suma, pode-se inferir que existem cuidados de enfermagem direcionados para pessoas com doença de Huntington e que estes devem compor o plano de cuidados individualizado. Ademais, existem competências essenciais que o enfermeiro deve desenvolver para aprimorar suas condutas.</p>2026-04-17T19:05:58+00:00##submission.copyrightStatement##https://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/1152Fatores Sociodemográficos Associados ao uso de Psicofármacos por Universitários2026-06-03T13:56:16+00:00Paulo Henrique Mascarenhas Mourapaulo.henriquemm@outlook.comEloisa Portugal Barros Silva Soares Souzaepbsssouza@uefs.brTamiles Daiane Borges Santanatdbsantana@uefs.brManoelito Coelho Santos Juniormanoelito@uefs.br<p><span style="font-weight: 400;">A adaptação ao ambiente universitário pode apresentar-se como uma experiência desafiadora, resultando em sofrimento psíquico e, em algumas situações, na utilização de psicofármacos, que podem acarretar prejuízos à saúde dos discentes Este trabalho teve o objetivo de identificar os principais fatores sociodemográficos relacionados ao uso de psicofármacos em universitários. Foi realizada uma revisão integrativa com artigos coletados das bases de dados PUBMED, SciELO, BVS, Scopus e Oasisbr. Foram incluídos os artigos publicados nos últimos 10 anos e seu acesso na íntegra, disponibilizado de forma gratuita, nos idiomas inglês, português e espanhol. Foram objeto deste trabalho 38 artigos, em que pôde-se depreender que universitárias, solteiras, brancas, com situação financeira mais favorável e estudantes dos cursos da área da saúde foram a população mais associada ao uso de psicofármacos. Assim, pode-se desenvolver políticas e intervenções mais direcionadas, sensíveis às especificidades de cada grupo, as quais precisam ser acompanhadas por profissionais de saúde.</span></p>2026-04-17T00:00:00+00:00##submission.copyrightStatement##