Teorias administrativas na gestão de qualidade em serviços de saúde

Palavras-chave: Gestão da qualidade, Administração de Serviços de Saúde, Qualidade da Assistência à Saúde

Resumo

A adoção das teorias administrativas na prática da gestão de qualidade em serviços de saúde, se torna necessário, afim, de ofertar a melhor a qualidade nos serviços de saúde. Objetivou em conhecer as teorias administrativas e identificar os pressupostos filosóficos das mesmas para aplicar na gestão de qualidade em serviços de saúde, por meio de um estudo teórico-reflexivo, ancorado em uma revisão narrativa da literatura científica. Foi realizada essa consulta do período de maio a julho de 2021. As teorias administrativas encontradas que alinhava a busca de informações e o objetivo dessa pesquisa foram: teoria das relações humanas, teoria burocrática, teoria estruturalista, teoria dos sistemas, teoria sociotécnica, teoria neoclássica, teoria clássica e a teoria contingencial. Considerações finais: As teorias administrativas demostram inovações para o processo de trabalho e denota-se a importância do processo de gerenciar, para novas perspectivas na forma de cuidar e na organização do trabalho, colaborando para a mudança de cultura e de processos das instituições de saúde. 

Biografia do Autor

Beatriz Maria Santos Santiago Ribeiro, Universidade de São Paulo

Enfermeira. Doutoranda em Enfermagem. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, São Paulo

Israel Naudimar Meneghini, Faculdade Venda Nova do Imigrante

Enfermeiro. Especialista em gestão em qualidade em serviços de saúde e hospitalar. Faculdade Venda Nova do Imigrante – FAVENI - Santa Cruz - Venda Nova do Imigrante – Espirito Santo

Referências

1. Chiavenato I. Introdução à teoria geral da administração. Elsevier, 2003.
2. Maximiano A A. Teoria Geral Da Administração. Editora Atlas SA, 2011.
3. Matos E, Pires D. Teorias administrativas e organização do trabalho: de Taylor aos dias atuais, influências no setor saúde e na enfermagem. Texto & Contexto-Enfermagem, 2006; 15(3), 508-514.
4. Paiva SMA, Silveira CA, Gomes ELR, Tessuto MC, Sartori, NR. Teorias administrativas na saúde. Rev. enferm. UERJ Rio de Janeiro, 2010; 18(2), 311-6.
5. Kutney-Lee A., Stimpfel AW, Sloane DM, Cimiotti JP, Quinn LW Aiken LH. Changes in patient and nurse outcomes associated with magnet hospital recognition. Medical care, 53(6), 550. Changes in patient and nurse outcomes associated with magnet hospital recognition. Medical care, 53(6), 550–557, 2015.
6. Neves DR, Nascimento RP, Felix MS, Silva FAD, Andrade ROBD. Sentido e significado do trabalho: uma análise dos artigos publicados em periódicos associados à Scientific Periodicals Electronic Library. Cadernos EBAPE, 2018. 16(2), 318-330.
7. Silva GN. (Re) conhecendo o estresse no trabalho: uma visão crítica. Gerais: Revista Interinstitucional de Psicologia, 2019; 12(1), 51-61.
8. Borges AMM, Duarte MMP, Coelho WG, Bezerra ED. Avaliação de qualidade em serviços de saúde: uma revisão integrativa. Revista Rede de Cuidados em Saúde, 2017; 10(1).
9. Ribeiro BMSS, Martins JT, Silva VAD, Teston EF, Silva AC, Martins EAP. Enfermagem do trabalho na construção civil: contribuições à luz da teoria da adaptação de Roy. Revista Brasileira de Medicina do Trabalho, 2019; 17(2), 260-267.
10. Cho E, Sloane DM, Kim EY, Kim S, Choi M, Yoo IY, Leef HY, Aiken LH. Effects of nurse staffing, work environments, and education on patient mortality: an observational study. International journal of nursing studies, 2015; 52(2), 535-542.
11. Van Bogaert P, Dilles T, Wouters K, Van Rompaey B. Practice environment, work characteristics and levels of burnout as predictors of nurse reported job outcomes, quality of care and patient adverse events: a study across residential aged care services. Open Journal of Nursing, 2014.
12. Kirwan M, Matthews A, Scott PA. The impact of the work environment of nurses on patient safety outcomes: a multi-level modelling approach. International journal of nursing studies, 2013; 50(2), 253-263.
13. Rochefort CM, Clarke SP. Nurses’ work environments, care rationing, job outcomes, and quality of care on neonatal units. Journal of advanced nursing, 2010; 66(10), 2213-2224.
14. Ausserhofer D, Schubert M, Desmedt M, Blegen MA, Geest S, Schwendimann R. The association of patient safety climate and nurse-related organizational factors with selected patient outcomes: a cross-sectional survey. International journal of nursing studies, 2013; 50(2), 240-252.
15. Aiken LH, Sermeus W, Van den Heede K, Sloane DM, Busse R, McKee M, Bruyneel L et al. Patient safety, satisfaction, and quality of hospital care: cross sectional surveys of nurses and patients in 12 countries in Europe and the United States, 2012. Bmj, 344.
16. Klassmann JC, Merino MDFGL, Meireles VC, Matsuda LM. Teorias administrativas X administração/gestão em enfermagem. Revista Brasileira de Docência, Ensino e Pesquisa em Enfermagem, 2009; 1(1).
17. Fayol, H. Administração industrial e geral: Previsão, organização, comando, coordenação, controle (10ª ed.). São Paulo, Brasil: 1989; 10 (23), 43-44.
18. Cornetta VK, Pedroso VG, Kamimura QP. Gestão de qualidade em serviços de saúde. Latin American Journal of Business Management, 2015; 6(1).
19. Gurgel Júnior GD, Vieira MMF. Qualidade total e administração hospitalar: explorando disjunções conceituais. Ciência & Saúde Coletiva, 2002; 7, 325-334.
20. Alves DFDS, Guirardello EDB. Ambiente de trabalho da enfermagem, segurança do paciente e qualidade do cuidado em hospital pediátrico. Revista Gaúcha de Enfermagem, 2016; 37(2).
21. Emery FE, Trist EL. Socio-technical systems. In: Systems thinking, editado por F. E. Emery, Penguim, 1969; 286.
22. Chiavenato I. Teoria Geral da Administração. 8ª edição, São Paulo: Campus, 2011.
23. Vituri DW, Évora YDM. Gestión de Calidade Total y enfermería hospitalaria: una revision integradora de literature. Revista Brasileira de Enfermagem, 2015; 68(5), 945-952.
Publicado
2023-02-13
Como Citar
1.
Ribeiro BMSS, Meneghini IN. Teorias administrativas na gestão de qualidade em serviços de saúde. Revista de Saúde Pública do Paraná [Internet]. 13fev.2023 [citado 25maio2024];6(1):1-2. Available from: http://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/635
Seção
Artigos de revisão