Prematuridade de crianças nascidas no Centro Obstétrico do Município de Coari – Amazonas, Brasil

Palavras-chave: Trabalho de Parto Prematuro, Recém-Nascido Prematuro

Resumo

OBJETIVO: Analisar a incidência de partos prematuros no Centro Obstétrico de Coari, no período de 2011 a 2015. MÉTODO: estudo retrospectivo quantitativo sobre partos prematuros no Hospital Regional de Coari Odair Carlos Geraldo. RESULTADOS: Mostraram que foram mães adolescentes, solteiras, agricultoras com intercorrências como contrações uterinas e parto normal. Dos prematuros nasceram mais meninos com peso normal e entre 35 a 37 semanas. Em relação ao índice de Apgar, 10,6% dos prematuros obtiveram pontuação menor ou igual a sete no primeiro minuto de vida, sendo que no quinto minuto esse percentual caiu para 7,8%, indicando que a maioria teve uma rápida recuperação. CONCLUSÃO: A gravidez na adolescência vem crescendo no município e com esta os partos prematuros, os cuidados devem ser centrados na realização de um bom pré-natal para evitarem complicações, sendo que não contam com UTI neonatal.

Biografia do Autor

Ana Felisa Hurtado Guerrero, Universidade do Estado do Amazonas, Escola de Ciências da Saúde

Gerontologa. Sanitarista e foi docente do curso de Bacharelado em Saúde Coletiva da Universidade do Estado do Amazonas, Escola de Ciências da Saúde, Manaus, Amazonas, Brasil.

Silvaney Gonçalves Reis, Universidade do Estado do Amazonas, Escola de Ciências da Saúde

Técnica de Enfermagem da Secretaria Estadual de Saúde no Município de Coari. Bacharel em Saúde Coletiva pela Universidade do Estado do Amazonas, Escola de Ciências da Saúde, Manaus, Amazonas, Brasil.

Perpétua Souza da Costa Parente, Universidade do Estado do Amazonas, Escola de Ciências da Saúde

Técnica de Análises Clínicas da Secretaria Municipal de Saúde do Município de Coari. Bacharel em Saúde Coletiva pela Universidade do Estado do Amazonas, Escola de Ciências da Saúde, Manaus, Amazonas, Brasil.

Daiane Valéria Oliveira da Silva, Universidade do Estado do Amazonas, Escola de Ciências da Saúde, Manaus

Técnica em Enfermagem da Secretaria Municipal de Saúde do Município de Coari. Bacharel em Saúde Coletiva pela Universidade do Estado do Amazonas, Escola de Ciências da Saúde, Manaus, Amazonas, Brasil.

José Camilo Hurtado Guerrero, Universidade Federal do Oeste do Pará

Biólogo - Entomólogo. Docente do Instituto de Biodiversidade e Floresta da Universidade Federal do Oeste do Pará, Santarém, Pará, Brasil.

Referências

1. Rocha RCL, Souza E, Guazzelli CAF, Filho AC, Soares EP, Nogueira ES. Prematuridade e baixo peso entre recém-nascidos de adolescentes primíparas. Rev Bras Ginecol Obstet [Internet]. 2006 Mar [citado 2015 Mar 05];28(9):530-5. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbgo/v28n9/05.pdf.

2. Bittar RE, Zugab M. Indicadores de risco para o parto prematuro. Rev Bras Ginecol Obstet. [Internet]. 2009 Out [citado 2017 Out 15];31(4):203-9. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbgo/v31n4/08.pdf.

3. Santos LM dos, Pasquini VZ. A importância do Índice de Apgar. Rev Enferm. UNISA [Internet]. 2009 Ago [citado 2016 Ago 13];10(1):39-43. Disponível em: http://www.unisa.br/graduacao/biologicas/enfer/revista/arquivos/2009-1-08.pdf.

4. Rades E, Bittar RE, Zugaib M. Determinantes diretos do parto prematuro eletivo e os resultados neonatais. Rev. Bras. Ginecol. Obstet. [Internet]. 2004 Jul [citado 2018 Jul 25]; 26(8):6655--62. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010072032004000800010&lng=en.

5. Souza LF, Botelho NM. Fatores de risco para o parto prematuro em puérperas que tiveram parto pré-termo. Rev. para. Med. [Internet]. 2011 Ago [citado 2016 Ago 1];24(e2750):2-8. Disponível em: http://files.bvs.br/upload/S/0101-5907/2011/v25n4/a3056.pdf.

6. Rocha RCL, Souza E, Guazzelli CAF, Filho AC, Soares EP, Nogueira ES. Prematuridade e baixo peso entre recém-nascidos de adolescentes primíparas. Rev Bras Ginecol Obstet. [Internet]. 2006 Abr [citado 2018 Abr 19];28(9):530-5. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbgo/v28n9/05.pdf.

7. Andrade PC., Linhares JJ, Martinelli S, Antonini M, Lippi UG, Baracat F. Resultados perinatais em grávidas com mais de 35 Anos:estudo controlado. RBGO 2004 Set [citado 2015 Set 05];26 (9):697-702. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/S0100-72032004000900004.

8. Goldenberg P, Figueiredo MCT, Silva RS. Gravidez na adolescência, pré-natal e resultados perinatais em Montes Claros, Minas Gerais, Brasil. Cad. Saúde Pública. 2005 Set [citado 2015 Set 05];21(4):1077-86. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/S0102-311X2005000400010.

9. Centers for Disease Control and Prevention. Department of Health and Human Services. CDC Health Disparities and Inequalities Report- United States, 2013. Morbidity and Mortality Weekly Report [citado 10 janeiro 2016]; 62(3). Disponível em: www.cdc.gov/mmwr/pdf/other/su6203.pdf.

10. Cohen WR. Does maternal age affect pregnancy outcome?. Royal College of Obstetricians and Gynecologists’. BJOG [Internet]. 2014 Jan [citado 2016 Jan 10];121:252-4. Disponível em: http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/1471-0528.12563/pdf.

11. Novaes CEF, Koch HA, Montenegro CAB, Rezende Filho, JF de. Diagnóstico do parto pré-termo pela medida ultrassonográfica do comprimento do colo uterino. Radiol. Bras. [Internet]. 2009 Maio [citado 2018 Maio 09];42 (5):295-8. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rb/v42n5/a07v42n5.pdf.

12. Organização Mundial da Saúde. Born too soon: the global action report on preterm birth [Internet]. Geneva: OMS; 2012 [citado 2016 Fev 20]. Disponível em: http://whqlibdoc.who.int/publications/2012/9789241503433_eng.pdf.

13. Barizon TO, Santos JR, Reis CB. Fatores relacionados à prematuridade dos recém-nascidos de dourados nos anos de 2011 e 2012. [Tese]. Cáceres (MG): Universidade Estadual de Mato Grosso; 2014 Agost [citado 2018 Agost 20]. Disponível em: https://anaisonline.uems.br/index.php/enic/article/view/2396.

14. Duarte MMP, Freire EEG, Oliveira JFB. Assistência de enfermagem à gestante em trabalho de parto prematuro. Interface: Comunic., Saude, Educ.. 2015 Mar [citado 2016 Mar 16];3 (1):1-8. Disponível em: http://dx.doi.org/10.16891/ 2317.434X.143.

15. Figueiró-Filho EA, Oliveira VMde, Ferreira CM, Silva VM da, Silva Tinos AL da, Kanomata L. Variáveis perinatais e associação de recém-nascidos de muito baixo peso ao nascer em hospital público universitário do Brasil. Rev Bras Ginecol Obstet. [Internet 2014 Set [citado 2016 Set 5]; 36(1):10-6. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbgo/v36n1/0100-7203-rbgo-36-01-00010.pdf.

16. Minitab 14 Statistical Software Academic, State College, PA: Minitab; 2003.

17. IBM Corp. Released 2011. IBM SPSS Statistics for Windows, Version 20.0. Armonk, NY: IBM Corp.

18. WHO (World Health Organization), 1994. Epi Info. Version. 6.02. A Word Processing, Database, and Statistics System for Epidemiology on Microcomputers. Geneva: WHO.

19. Cruz MS, Carvalho FJV, Irffi G. Perfil socioeconômico, demográfico, cultural, regional e comportamental da gravidez na adolescência no Brasil. Plan. Pol. Públ.(PPP) [Internet]. 2016 Jul [citado 2018 Jul 7];46:243-66. Disponível em: http://repositorio.ipea.gov.br/bitstream/11058/6577/1/ppp_n46_perfil_socioeconomico.pdf.


20. Ruzany MH, Tavares Andrade CL de, Meirelles ZV, Moura EAF, Deusdará R, Rodrigues V, et al. Desinformação e vulnerabilidades com relação à sexualidade dos adolescentes e jovens da Reserva de Mamirauá, Amazonas-Brasil. Adolesc. Saude [Internet] 2010 Out [citado 2016Out 6]; 7(2): 41-49. Disponível em: http://adolescenciaesaude.com/detalhe_artigo.asp?id=188#.

21. Martins EF. Mortalidade perinatal e avaliação da assistência ao pré-natal, ao parto e ao recém-nascido em Belo Horizonte. [Tese]: Minas Gerais. Universidade Federal de Minas Gerais; 2010. Disponível em: http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/.

22. Ramos HAC, Cuman RKN. Fatores de risco para prematuridade: pesquisa documental. Esc Anna Nery Rev Enferm. [Internet] 2009 Abr [citado 2016 Abr 4];13(2):297-304. Disponível: http://www.redalyc.org/pdf/1277/127715322009.pdf.

23. Oyamada LH, Mafra PC, Meireles R de A, Guerreiro TMG, Caires Júnior MO de, Silva FM da. Gravidez na adolescência e o risco para a gestante. Brazilian Journal of Surgery and Clinical Research – BJSCR [Internet]. 2014 Ago [citado 2018 Agost 21];6(2):38-45. Disponível em: http://www.mastereditora.com.br/periodico/20140331_212052.pdf.

24. Azevedo WF de, Diniz MB, Fonseca ESVB da, Azevedo LMR de, Evangelista, CB. Complicações da gravidez na adolescência: revisão sistemática da literatura. Rev Einstein. [Internet] 2015 Jun [citado 2018 Jun 01];13(4):618-26. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/eins/v13n4/pt_1679-4508-eins-S1679-45082015RW3127.pdf.

25. Lima CRV, Silva CS, Barbosa MF. Perfil sócio demográfico clínico e obstétrico de gestantes admitidas numa maternidade de referência do Recife com diagnóstico de parto prematuro no ano de 2010. Revista Conceito A [Internet]. 2011 Ago [citado 2018 Agost 19];2:646-82. Disponível em: http://www.faculdadesaomiguel.com.br/pdf/revista-conceito/n2/enfermagem/perfil-socio-demografico.pdf.

26. Almeida AC de, Jesus ACP de, Lima PFT, Araújo MFM de, Araújo TM de Fatores de risco maternos para prematuridade em uma maternidade pública de Imperatriz-MA. Revista Gaúcha de Enferm. [Internet]. 2012 Jun [citado 2018 Jun 9];33(2):86-94. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rgenf/v33n2/13.pdf.

27. Alves TL, Ribeiro Júnior H da C, Lima Costa M de, Valois SS. Fatores associados ao recém-nascido pequeno para a idade gestacional: uma revisão. Nutrire. [Internet] 2015 Set [citado 2017 Set 05];40(3):376-382. Disponível em: http://dx.doi.org/10.4322/2316-7874.04513.

28. Madi JM, Araújo BF de, Zatti H, Rombaldi RL, Lorencetti J, Pinson G, et al. Avaliação dos fatores associados à ocorrência de prematuridade em um hospital terciário de ensino. Revista da AMRIGS [Internet]. 2012 Agos [citado 2018 Agos 13];56(2):111-118. Disponível em: http://www.amrigs.com.br/revista/56-02/original2.pdf.

29. Nogarett DM, Anache AA. Análise dos determinantes do nascimento de crianças pré-termo segundo os registros dos prontuários médicos das parturientes internadas no Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian – Cg- Ms. In:VII Encontro da Associação Brasileira de Pesquisadores em Educação Especial [Internet]; 2011 Nov 08-10; Londrina. Londrina: UEL, 2011. [citado em 2018 Out 22]. Disponível em: Http://Www.Uel.Br/Eventos/Congressomultidisciplinar/Pages/Arquivos/Anais/2011/Avaliacao/155-2011.Pdf

30. Holanda RMO. Prevalência e fatores associados à asfixia perinatal a partir de uma amostra de nascidos vivos [dissertação]. Mossoró: Universidade do Estado de Rio Grande do Norte; 2015.

31. Freitas PF, Araújo RR de. Prematuridade e fatores associados em Santa Catarina, Brasil: análise após alteração do campo idade gestacional na Declaração de Nascidos Vivos. Rev. Bras. Saude Mater. Infant. [Internet] 2015 Nov [citado 2017 Nov 16];15(3). Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbsmi/v15n3/1519-3829-rbsmi-15-03-0309.pdf.

32. Cruz MS da. Perfil socioeconômico, demográfico, cultural, regional e comportamental da gravidez na adolescência no Brasil [tese] Paraiba (PE): Universidade Federal da Paraíba; 2016.

33. Balbino SC. Características das mães adolescentes e de seus filhos prematuros no município de Iturama/MG. [Internet] [monografia] . Uberaba (MG): Universidade Federal de Minas Gerais; 2013. [acesso 2018 Out 22]Disponível em: https://www.nescon.medicina.ufmg.br/biblioteca/registro/referencia/0000003818.

34. Rodrigues APRA, LBB dos, Santos MPC, França AMB de, Pimpão FD. Análise da prematuridade nos extremos da idade reprodutiva. Interf. Cient.-saúde e amb. 2015 Abr [citado 2017 Abr 10];3(3):65-78. Disponível em: https://periodicos.set.edu.br/index.php/saude/article/viewFile/2107/pdf_4.

35. Lansky S, de Lima FAA, Silva AAM da, Campos D, Azevedo BSD de, Carvalho ML de, Frias PG de, Cavalcante RS, Cunha AJLA da. Pesquisa Nascer no Brasil: perfil da mortalidade neonatal e avaliação da assistência à gestante e ao recém-nascido. Cad. saúde pública [Internet]. 2014 Sep [citado 2017 Sep 6];30(supl.1):S192-S207.Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/csp/v30s1/0102-311X-csp-30-s1-0192.pdf.


36. Marque FC, Dias IMV, Azevedo L. A percepção da equipe de enfermagem sobre humanização do parto e nascimento. Esc. Anna Nery [Internet]. 2006 [citado 2017 Dez 2];10(3):439-447. Disponível: http://eean.edu.br/detalhe_artigo.asp?id=135.

37. Ministério da Saúde, Fundação Oswaldo Cruz. Nascer no Brasil: inquérito nacional sobre parto e nascimento. Cad. Saúde Pública [Internet]. 2014 Nov [citado 2017 Nov 29];30(supl. 1):S5. Disponível: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102311X2014001300001.
38. Prior E, Santhakumaran S, Gale C, Philipps LH, Modi N, Hyde M. Breastfeeding after cesarean delivery: a systematic review and meta-analysis of world literature. Am J Clin Nutr [Internet]. 2012 Abr [citado 2017 Abr 6];95(5):1113–1135. Disponível em: https://doi.org/10.3945/ajcn.111.030254.

39. Padilha JP, Torres RPP, Gasparetto A, Farinha LB, Mattos KM de. Parto e idade: características maternas do estado do Rio Grande do Sul. Saúde (Santa Maria) [Internet]. 2013 Ago [citado 2017 Ago 09];39(2):99-108. Disponível em: https://periodicos.ufsm.br/revistasaude/article/view/6304/pdf_1.

40. Andrade SW. Intercorrências gestacionais: trabalho de parto prematuro [monografia]. Santa Maria: Universidade Franciscana. UNIFRA; 2012.

41. Melo WA de; Castellini FM; Alvarenga A, Carvalho, MD. Fatores de riscos obstétricos e neonatais para ocorrência de prematuridade no município de Maringá, PR. In: VII EPCC – Encontro Internacional de Produção Científica; 2011 Out 25-28; Maringá, PR. Maringá: Ed. CESUMAR; 2011.

42. Freire JL. Determinantes do baixo peso ao nascer em parturientes atendidas em uma maternidade pública de Manaus, AM-2011 [dissertação]. Manaus: Universidade Federal do Amazonas; 2012.

43. Costa EL, Sena MCF, Dias A. Gravidez na adolescência: determinante para prematuridade e baixo peso. Comun. Ciênc. Saúde [Internet]. 2011 Fev [citado 2018 Fev 14];22(sup. esp. 1): 183-187. Disponível em: http://repositorio.ipea.gov.br/bitstream/11058/6577/1/ppp_n46_perfil_socioeconomico.pdf.

44. Vale de Almeida AH do, Costa COM, Gama SGN da, Amaral MTR, Vieira GO. Baixo peso ao nascer em adolescentes e adultas jovens na Região Nordeste do Brasil. Rev Bras Saude Mater Infant [Internet] 2014 Set [citado 2017 Set 12];14(3):279-286. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbsmi/v14n3/1519-3829-rbsmi-14-03-0279.pdf.

45. Gonzaga ICA, Santos SLD, Silva ARV da, Campelo, V. Atenção pré-natal e fatores de risco associados à prematuridade e baixo peso ao nascer em capital do nordeste brasileiro. Cien Saude Colet [Internet] 2016 Jan [citado 2018 Jan 16];21(6):1965-1974. Disponível em: http://www.scielosp.org/pdf/csc/v21n6/1413-8123-csc-21-06-1965.pdf.

46. Bozzetto C, Quevedo GMT, Périco E. Incidência de nascimentos prematuros em hospital de um município do Vale do Caí. Destaques Acadêmicos [Internet] 2013 Abr [citado 2018 Abr 4];5(3). Disponível em: http://www.univates.br/revistas/index.php/destaques/article/viewFile/286/282.

47. Renner FW, Garcia EL, Renner JDP, Costa BP, Figueira FP, Ebert JP, et al. Perfil epidemiológico das puérperas e dos recém-nascidos atendidos na maternidade de um hospital de referência do interior do Rio Grande do Sul no primeiro semestre de 2014. Boletim Científico de Pediatria [Internet]. 2015 Jun [citado 2018 Jun 19];4(2):27-32. Disponível em: http://www.sprs.com.br/sprs2013/bancoimg/160107101642bcped_v4_n2_a2.pdf.

48. Gaiva MAM, Fujimori E, Sato APS. Mortalidade neonatal em crianças com baixo peso ao nascer. Rev Esc Enferm USP. 2014 Fev [citado 2018 Fev 7];48(5):778-786.Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/reeusp/v48n5/pt_0080-6234-reeusp-48-05-778.pdf.

49. Maciel SSSV, Maciel WM, Lucena Oliveira, AG de, Vasconcelos Sobral L de, Vasconcelos Sobral H de, Carvalho ES de, Souza Silva AK de. Epidemiologia da gravidez na adolescência no município de Caruaru, PE. Revista de AMRGS [Internet]. 2012 Mar [citado 2017 Mar 15] 56(1):45-50. Disponível: http://www.amrigs.org.br/revista/56-1/0000095683-9_954.pdf.

50. Santos SRMLB. Menina, mulher, filha, mãe??: a gravidez decorrente de violência sexual. [tese]. Brasília: Universidade de Brasília. Instituto de Psicologia; 2013.

51. Cerqueira D, Coelho DSC. Estupro no Brasil: uma radiografia segundo os dados da saúde. Brasília; 2014. (Nota técnica; 11).
Publicado
2018-12-14
Seção
Artigos originais